
Aquecimento global, créditos de carbono, emissões de gases poluentes. Esses e muitos outros temas que aparecem em discussões atualmente estão relacionados a um também novo popular conceito: a sustentabilidade.
Se procurarmos a palavra, vamos encontrar a seguinte definição:
Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado à continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, seus membros e suas economias possam preencher suas necessidades e expressar seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.
A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.
Para ser sustentável, um assentamento ou empreendimento humano, necessita atender a 4 requisitos básicos, ser:
· ecologicamente correto;
· economicamente viável;
· socialmente justo; e
· culturalmente aceito.
Fonte: Wikipedia
O bichinho da sustentabilidade não picou apenas a sociedade e seu mais novo e famoso porta-voz, Al Gore. As grandes corporações também passaram a se mobilizar para entrar nessa onda.
Veja abaixo textos encotrados em sites de grandes empresas que afirmam utilizar práticas sustentáveis:
Philips
http://www.sustentabilidade.philips.com.br
A preocupação com a preservação do meio ambiente está diretamente ligada ao planejamento estratégico da Philips, em que produtos, processos e serviços são revistos, planejados e produzidos com esse objetivo.
Desenvolver produtos que causem o menor impacto possível ao meio ambiente é a base de nosso princípio de negócio sustentável, seja pela diminuição de seu peso, menor uso de substâncias tóxicas, consumo de energia reduzido, reciclagem e descarte de embalagens, ou por acreditar que a prevenção ainda é a melhor solução.
Banco Real
http://www.bancoreal.com.br/sustentabilidade/
“A sustentabilidade é o principal negócio da minha carreira”
A frase de abertura, de Neubert Cecchetti, gerente regional do Banco no Rio de Janeiro, ilustra um movimento importante da nossa área que atua com empresas de médio porte. Nesse segmento, que reúne companhias bem estabelecidas, com receita anual de até R$ 150 milhões, nossos negócios crescem a uma taxa superior a 40% ao ano, e a sustentabilidade tem sido uma importante alavanca desse aumento. Muitas delas têm se aproximado do Banco por alinhamento de valores e já representam 12% do nosso faturamento com clientes corporativos.
São apenas dois exemplos de adoção às novas regras sustentáveis. E o exemplo do Banco Real mostra o motivo ($$$) pelo qual a palavra já passou a fazer parte do vocabulário da maioria corporações.
O lucro é um dos principais motivadores das ações sustentáveis realizadas por empresas. A imagem “empresa amiga da natureza” é outro motivo. Mas seria no mínimo ingênuo criticar ou enxegar de maneira negativa esse esforço. Enquanto os governos ainda estão discutindo seus planos de ação, as empresas passaram por cima dessa burocracia e estão trilhando seus próprios caminhos para diminuir os efeitos que causam ao meio ambiente. Qual o mal em lucrar com essas práticas sustentáveis? Já que estamos falando de empresas que tem o lucro no primeiro plano de seus negócios, não poderia ser diferente. O que não pode faltar é uma fiscalização para comprovar que essas práticas são realmente efetivas.
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