Compreendendo o aquecimento global, as mudanças climáticas e suas conseqüências para a manutenção da vida com qualidade no planeta
Data: 29 e 30 de junho de 2007
Local: Escola da Cidade
Endereço: Rua General Jardim, 65 – Vila Buarque São Paulo - SP
Horário: 09h às 17h – módulo de 16 horas
Investimento: R$ 100,00
Mais informações por e-mail: luciano@ecoar.org.br
Mais informações por telefone: (11) 3129-5765
OBS: Vagas limitadas
Sobre o Instituto Ecoar
O Instituto Ecoar é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), sem fins lucrativos, que atua com projetos florestais, educação ambiental e cidadania. Sua missão é contribuir para a construção de sociedades sustentáveis e em equilíbrio com a natureza. Fundada por um grupo de ambientalistas e pesquisadores após a Eco-92 e o Fórum Global, é responsável pela implantação de mais de 50 projetos de meio ambiente e educação em todo país. Credenciada pelo IBAMA e DPRN para desenvolver o Programa de Reposição Florestal Obrigatória no estado de São Paulo, possui dois viveiros que juntos produzem mais de 2 milhões de mudas por ano.
terça-feira, 26 de junho de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Al Gore recebe prêmio Príncipe de Astúrias
O ex-vice-presidente americano Al Gore recebeu ontem, na cidade espanhola de Oviedo, o Prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional "por ter sensibilizado a sociedade e governos" em sua campanha de combate ao aquecimento global. Em nota, o político afirmou que a premiação é o reconhecimento de que a crise climática "é uma autêntica urgência planetária e um desafio de gerações de requerer soluções internacionais imediatas e coordenadas.
FONTE: O Estado de S. Paulo
FONTE: O Estado de S. Paulo
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Aquecimento global em pauta
5 de junho foi o Dia Internacional do Meio Ambiente e durante toda a semana diversas notícias circularam na internet, jornais, telejornais e revistas sobre o assunto. Questões sobre o futuro da humanidade foram levantadas e o que mais preocupa a população, atualmente, são os efeitos do aquecimento global.
Confira, a seguir, duas matérias sobre o tema. A primeira foi publicada no site de notícias Yahoo, no dia 6 de junho de 2007, e fala sobre a possível destruição de momumentos históricos em diversas cidades do mundo, devido ao aquecimento da Terra; e a segunda saiu na revista Carta Capital, também no dia 6 de junho de 2007 (página 56) e fala sobre o lançamento de uma cartilha educativa sobre o meio ambiente.
Aquecimento ameaça marcos culturais, aponta ONG
A elevação do nível dos mares, o crescimento dos desertos e a intensificação dos fenômenos climáticos ameaçam importantes marcos culturais do mundo, informa o Fundo Mundial dos Monumentos em seu mais recente relatório dos locais mais ameaçados do planeta. A lista deste ano dos 100 Locais Mais Ameaçados - que inclui pontos em 59 países, inclusive no Brasil - é a primeira a incluir o aquecimento global entre as diversas pressões que, segundo a organização, ameaçam o patrimônio cultural e arquitetônico da humanidade.Outros fatores incluem conflitos políticos, poluição, turismo e - como no caso do local brasileiro citado, o distrito histórico da cidade goiana de Parangatu - o desenvolvimento imobiliário. "Nesta lista, o homem é, de fato, o inimigo", disse a presidente do Fundo, Bonnie Burnham, em nota. "Mas, da mesma forma que causamos o dano, podemos repará-lo".Os Estados Unidos têm o maior número de locais ameaçados, sete. Há seis no Peru, cinco na Índia e na Turquia, e quatro no Reino Unido. Na Mauritânia, desertos cercam a Mesquita de Chinguetti. Na Antártida, uma cabana usada, há mais de um século, pelo explorador Robert Scott corre o risco de ser soterrada por tempestades de neve cada vez mais intensas.
Cartilha para o meio ambiente
O governo federal lança um kit de publicações educativas
Comemorações e protestos misturam-se nos setores do governo federal que lidam com a chamada educação ambiental não-formal, aquela realizada fora do âmbito escolar. Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, e a Década da Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis, proclamada pela Unesco em 2005, o Ministério do Meio Ambiente lança em Brasília um kit de publicações, a ser entregue a formadores de opinião no Brasil e nos países africanos de língua portuguesa.
"Será uma ferramente para educadores ambientais populares", promete Marcos Sorrentino, titular do Departamento de Educação Ambiental do ministério.
O Brasil foi um dos 40 países que aderiram imediatamente à Década de Educação Ambiental, informa Celso Schenkel, coordenador de ciências naturais na Unesco/Brasil, que também tem parceria com o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (Cedbs), para estimular a implementação da educação ambiental em empresas.
Enquanto isso, 326 serviços da antiga coordenação de educação ambiental do Ibama, e os respectivos núcleos estaduais, continuam em greve contra a Medida Provisória 366/07, de 26de abril, que partiu em duas a agência ambiental federal.Apesar de a MP ter previsto que a educação ambiental seria um dos pilares da nova política dos organismos, ela não consta nos organogramas do novo Ibama ou do recém-criado Instituto Chico Mendes.
"A ministra Marina Silva garantiu a presença desta área nos dois órgãos. Mas como, sem duplicar funções nem aumentar despesas públicas", indaga Elisabeth Uema, da antiga coordenação do Ibama. Uma das funções da coordenadoria era acompanhar os licenciamentos ambientais. Dos 22 centros de pesquisa do Ibama, 15 ficarão sob a responsabilidade do Instituto Chico Mendes.
Confira, a seguir, duas matérias sobre o tema. A primeira foi publicada no site de notícias Yahoo, no dia 6 de junho de 2007, e fala sobre a possível destruição de momumentos históricos em diversas cidades do mundo, devido ao aquecimento da Terra; e a segunda saiu na revista Carta Capital, também no dia 6 de junho de 2007 (página 56) e fala sobre o lançamento de uma cartilha educativa sobre o meio ambiente.
Aquecimento ameaça marcos culturais, aponta ONG
A elevação do nível dos mares, o crescimento dos desertos e a intensificação dos fenômenos climáticos ameaçam importantes marcos culturais do mundo, informa o Fundo Mundial dos Monumentos em seu mais recente relatório dos locais mais ameaçados do planeta. A lista deste ano dos 100 Locais Mais Ameaçados - que inclui pontos em 59 países, inclusive no Brasil - é a primeira a incluir o aquecimento global entre as diversas pressões que, segundo a organização, ameaçam o patrimônio cultural e arquitetônico da humanidade.Outros fatores incluem conflitos políticos, poluição, turismo e - como no caso do local brasileiro citado, o distrito histórico da cidade goiana de Parangatu - o desenvolvimento imobiliário. "Nesta lista, o homem é, de fato, o inimigo", disse a presidente do Fundo, Bonnie Burnham, em nota. "Mas, da mesma forma que causamos o dano, podemos repará-lo".Os Estados Unidos têm o maior número de locais ameaçados, sete. Há seis no Peru, cinco na Índia e na Turquia, e quatro no Reino Unido. Na Mauritânia, desertos cercam a Mesquita de Chinguetti. Na Antártida, uma cabana usada, há mais de um século, pelo explorador Robert Scott corre o risco de ser soterrada por tempestades de neve cada vez mais intensas.
Cartilha para o meio ambiente
O governo federal lança um kit de publicações educativas
Comemorações e protestos misturam-se nos setores do governo federal que lidam com a chamada educação ambiental não-formal, aquela realizada fora do âmbito escolar. Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, e a Década da Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis, proclamada pela Unesco em 2005, o Ministério do Meio Ambiente lança em Brasília um kit de publicações, a ser entregue a formadores de opinião no Brasil e nos países africanos de língua portuguesa.
"Será uma ferramente para educadores ambientais populares", promete Marcos Sorrentino, titular do Departamento de Educação Ambiental do ministério.
O Brasil foi um dos 40 países que aderiram imediatamente à Década de Educação Ambiental, informa Celso Schenkel, coordenador de ciências naturais na Unesco/Brasil, que também tem parceria com o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (Cedbs), para estimular a implementação da educação ambiental em empresas.
Enquanto isso, 326 serviços da antiga coordenação de educação ambiental do Ibama, e os respectivos núcleos estaduais, continuam em greve contra a Medida Provisória 366/07, de 26de abril, que partiu em duas a agência ambiental federal.Apesar de a MP ter previsto que a educação ambiental seria um dos pilares da nova política dos organismos, ela não consta nos organogramas do novo Ibama ou do recém-criado Instituto Chico Mendes.
"A ministra Marina Silva garantiu a presença desta área nos dois órgãos. Mas como, sem duplicar funções nem aumentar despesas públicas", indaga Elisabeth Uema, da antiga coordenação do Ibama. Uma das funções da coordenadoria era acompanhar os licenciamentos ambientais. Dos 22 centros de pesquisa do Ibama, 15 ficarão sob a responsabilidade do Instituto Chico Mendes.
quarta-feira, 6 de junho de 2007
05 de junho - Dia do Meio Ambiente
05 de junho de 2007 - 14:38
Dia do Meio Ambiente alerta sobre riscos do degelo
Partes das regiões polares já se aquecem duas ou três vezes mais rápido que a média global
Reuters
TROMSOE, Noruega - O Dia do Meio Ambiente foi marcado nesta terça-feira, 5, por eventos alegres como plantio árvores e culinária usando o calor do Sol, na Ásia, mas também com a divulgação de informações pessimistas sobre as calotas polares.
A Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu Tromsoe, na Noruega, para ser a sede global dos eventos relacionados ao dia, ressaltando o perigo representado pelo derretimento do gelo e da neve.
Num dia ensolarado de primavera no Círculo Ártico - depois de um inverno que, segundo os moradores locais, foi preocupantemente ameno -, cientistas divulgaram novas advertências, mas também disseram que está crescendo o movimento político para limitar as emissões de gases causadores do efeito estufa.
"A mensagem para hoje é aceitar os sinais das mudanças no clima e elaborar um plano para solucionar os problemas", disse Rajendra Pachauri, presidente do Painel Internacional sobre a Mudança Climática (IPCC) da ONU.
Na Grécia, a população pretendia apagar as luzes por dez minutos, para demonstrar seu compromisso com a proteção do meio ambiente.
A divulgação de novos relatórios sobre o aquecimento global aumentou a conscientização no mundo todo no último semestre, mostrou uma pesquisa da Universidade Oxford.
Os maiores poluidores do mundo, Estados Unidos e China, já indicaram que vão cortar as emissões de dióxido de carbono, e o assunto deve ser um dos principais da cúpula do Grupo dos Oito (G8) que acontece nesta semana. Mas há quem ache que o ritmo das providências está lento demais.
Um novo relatório da ONU disse que o derretimento do gelo e da neve das regiões polares e das montanhas terão efeitos até em países distantes.
Centenas de milhões de pessoas serão afetadas, com a elevação do nível dos oceanos, com problemas nos rios da Ásia e com o derretimento do Ártico. O texto Perspectiva Global para o Gelo e a Neve, escrito por mais de 70 especialistas, disse que os glaciares estão recuando, o permafrost (terra congelada) está se aquecendo e a precipitação de neve está ficando inconstante em muitas regiões.
Partes das regiões polares já estão se aquecendo duas ou três vezes mais rápido que a média global. O enorme Manto de Gelo da Groenlândia está derretendo mais rápido que a formação de gelo novo. Se ele derreter totalmente, os oceanos vão subir até 7 metros.
Se o nível do mar subir um metro que seja, 20% da população vietnamita, por exemplo, perderá suas casas, disse a ONU na terça-feira.
Link: http://www.estadao.com.br/especial/global/noticias/2007/jun/05/201.htm
Dia do Meio Ambiente alerta sobre riscos do degelo
Partes das regiões polares já se aquecem duas ou três vezes mais rápido que a média global
Reuters
TROMSOE, Noruega - O Dia do Meio Ambiente foi marcado nesta terça-feira, 5, por eventos alegres como plantio árvores e culinária usando o calor do Sol, na Ásia, mas também com a divulgação de informações pessimistas sobre as calotas polares.
A Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu Tromsoe, na Noruega, para ser a sede global dos eventos relacionados ao dia, ressaltando o perigo representado pelo derretimento do gelo e da neve.
Num dia ensolarado de primavera no Círculo Ártico - depois de um inverno que, segundo os moradores locais, foi preocupantemente ameno -, cientistas divulgaram novas advertências, mas também disseram que está crescendo o movimento político para limitar as emissões de gases causadores do efeito estufa.
"A mensagem para hoje é aceitar os sinais das mudanças no clima e elaborar um plano para solucionar os problemas", disse Rajendra Pachauri, presidente do Painel Internacional sobre a Mudança Climática (IPCC) da ONU.
Na Grécia, a população pretendia apagar as luzes por dez minutos, para demonstrar seu compromisso com a proteção do meio ambiente.
A divulgação de novos relatórios sobre o aquecimento global aumentou a conscientização no mundo todo no último semestre, mostrou uma pesquisa da Universidade Oxford.
Os maiores poluidores do mundo, Estados Unidos e China, já indicaram que vão cortar as emissões de dióxido de carbono, e o assunto deve ser um dos principais da cúpula do Grupo dos Oito (G8) que acontece nesta semana. Mas há quem ache que o ritmo das providências está lento demais.
Um novo relatório da ONU disse que o derretimento do gelo e da neve das regiões polares e das montanhas terão efeitos até em países distantes.
Centenas de milhões de pessoas serão afetadas, com a elevação do nível dos oceanos, com problemas nos rios da Ásia e com o derretimento do Ártico. O texto Perspectiva Global para o Gelo e a Neve, escrito por mais de 70 especialistas, disse que os glaciares estão recuando, o permafrost (terra congelada) está se aquecendo e a precipitação de neve está ficando inconstante em muitas regiões.
Partes das regiões polares já estão se aquecendo duas ou três vezes mais rápido que a média global. O enorme Manto de Gelo da Groenlândia está derretendo mais rápido que a formação de gelo novo. Se ele derreter totalmente, os oceanos vão subir até 7 metros.
Se o nível do mar subir um metro que seja, 20% da população vietnamita, por exemplo, perderá suas casas, disse a ONU na terça-feira.
Link: http://www.estadao.com.br/especial/global/noticias/2007/jun/05/201.htm
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